Quando o bebê
começa a chorar incessantemente, mães costumam agir por tentativa e erro até
descobrir o que o aflige. Mas para Natália Sant’ana Hayashi, de 29 anos, essa
dificuldade durou pouco. Por volta dos oito meses de idade, Bárbara, filha de
Natália, era capaz de demonstrar o que queria usando linguagem de sinais. Nas
últimas décadas, estudos científicos revelaram que os bebês, antes de
aprenderem a falar, são capazes de se comunicar por meio de gestos e sinais com
mais facilidade do que se imagina. Para a mãe, foi um alívio. Assim como para
muitos pais norte-americanos.
Para Linda Acredolo, especialista em
desenvolvimento infantil, além da comunicação, a linguagem de sinais para bebês reduz
a frustração, mostra aos adultos que os bebês são mais espertos do que se
imagina, enriquece o vínculo entre mãe e filho e promove um desenvolvimento
emocional mais saudável. E não é complicado.
“Ensinar sinais é como ensinar os bebês a acenarem ‘tchau’: uma simples ação
combinada a uma palavra, que deve ser repetida consistentemente, muitas vezes e
em diferentes situações”, diz.
Janaina Vessio, à época secretária bilíngue e hoje mãe em tempo integral, decidiu ensinar a linguagem de sinais ao filho Nicholas. Ele tinha oito meses. “Resolvi aplicar com o Nick depois de ler muito e entender que a frustração e as birras estão relacionadas ao fato do bebê não conseguir expressar o que quer”, escreveu. Hoje a mãe define Nicholas, com pouco mais de três anos, como um “menino esperto e capaz de lidar muito bem com frustração”. “Acredito que isso tenha a ver, sim, com os sinais”.
Janaina Vessio, à época secretária bilíngue e hoje mãe em tempo integral, decidiu ensinar a linguagem de sinais ao filho Nicholas. Ele tinha oito meses. “Resolvi aplicar com o Nick depois de ler muito e entender que a frustração e as birras estão relacionadas ao fato do bebê não conseguir expressar o que quer”, escreveu. Hoje a mãe define Nicholas, com pouco mais de três anos, como um “menino esperto e capaz de lidar muito bem com frustração”. “Acredito que isso tenha a ver, sim, com os sinais”.

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