Três estudos apresentados nesta quinta-feira, na XIX Conferência Internacional sobre a Aids, em Washington, apontam os caminhos para uma futura cura da pandemia, que afeta 34 milhões de pessoas em todo o planeta.
Um estudo realizado com 12 pacientes na França, que iniciaram o tratamento com antirretrovirais 10 semanas após a infecção com o HIV e depois abandonaram a medicação, revelou que a Aids não se manifestou, mesmo após seis anos.
Este grupo não eliminou por completo o HIV, mas manteve um nível extremamente baixo do vírus em suas células e não desenvolveu a Aids.
"Estes resultados sugerem que o tratamento antirretroviral deve começar o mais cedo possível após a infecção", disse Charline Bacchus, principal responsável pelo estudo da ANRS, a agência nacional de pesquisa da Aids na França.
"Mesmo seis anos após a interrupção do tratamento, os pacientes que receberam antirretrovirais logo após a infecção tiveram a capacidade de controlar o HIV".
Fonte: exame.abril.com.br
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